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Conheces a história da gaivota que cresceu numa capoeira?

Conheces?
Em modo resumo e com uma pitada de interpretação minha:
Era uma vez uma gaivota que nasceu e cresceu numa capoeira. Ela sentia-se diferente mas não sabia porquê. Ela sentia vontade de voar mas nunca tinha visto ninguém à sua volta fazê-lo. Mesmo quando lhe diziam que ela sabia voar, porque era gaivota, ela não acreditava.

Agora esta história veio-me à memória.

Falta menos de um mês para me despedir desta profissão que escolhi ter durante estes 4 anos.
Falta menos de três meses para me casar com o amor da minha vida.

E, sem ser de repente porque tudo foi pensado, sentido e conscientemente decidido, a minha vida vai dar uma nova volta. Uma nova volta. Mais uma volta.

Dia (para recordarmos a Mestria) das Crianças



Quando eu era criança as minhas brincadeiras preferidas eram três: 
1. Ser mãe e cuidar do meu bebé, pô-lo debaixo da camisola e simular o nascimento, amamentá-lo, trocar-lhe as fraldas e dar-lhe banho, dar-lhe colo e muitos beijinhos (houve até uma altura em que duvidava se os beijinhos eram limitados e se ia acabar com a minha dose logo em criança já que não havia testa de boneco que me escapasse a pelo menos 30 beijinhos de uma vez).
2. Com as Barbies construía a sua família (sempre numerosa) e punha a Barbie a namorar com o Ken, a Barbie a tomar conta dos seus filhos, a levá-los a passear ao parque, andar de baloiço, deitá-los e contar-lhes histórias, dar-lhes colo e abraços.
3. Ser professora. Colocava todos os meus bonecos sentados nos degraus das escadas e falava para eles. Explicava-lhes como as coisas aconteciam, como se faziam contas, como se lia uma história, como se desenhavam as letras e por aí fora.

Quando pensava no que queria ser quando fosse grande, a resposta, mesmo que variasse entre ser educadora de infância e ser pediatra, tinha lá sempre o mesmo – os bebés e as crianças.

Mais um fim de semana de Kundalini Yoga e uma aprendizagem TÃO grande!


Bom dia!!
Este fim de semana foi mais um de formação de Kundalini Yoga, na Quinta do Rajo e o que aprendi foi tão valioso e está tão presente. Sabem quando estão a absorver informação e sabem que essa informação vai mudar a vossa forma de ver aquilo para o resto da vida? 
Exacto! Foi isso o fim de semana INTEIRO! Sentia-me uma esponja :D Tudo quanto absorvia e ressoava em mim, era uma nova lâmpada em mim que se acendia. Pliiim, pliim, pliiim* :D

Seva




Este fim de semana que passou trouxe-me dois lembretes que me estão a acompanhar bastante neste início de dia e que partilho convosco.

Primeiro, este fim de semana foi o primeiro do Curso de Instrutores de Kundalini Yoga e eu não podia estar mais contente e mais orgulhosa e mais grata e mais encantada. "Não podia estar melhor" realmente.
As várias práticas que fiz durante o fim de semana, as várias meditações, a presença constante no momento, o Seva, o compromisso, a vontade. Tantas tantas coisas boas que aconteceram neste fim de semana que realmente, hoje, me fazem sentir viva, alegre e grata.

Grata e obrigada. A mesma coisa? A mesma emoção?



No meio de leituras, encontrei um artigo SUPER interessante e que me faz todo o sentido partilhar aqui.

Quando comecei a estar mais atenta e desperta e isso veio naturalmente como consequência de fazer yoga, de estar com outras mulheres, de fazer trabalho emocional, de sentir emoções e permitir senti-las, etc....comecei a notar que muitas das pessoas que estavam em meu redor me diziam "GRATA".

Na altura lembro-me de ficar atenta à emoção que existia em mim quando eu continuava dizendo "OBRIGADA". A emoção ia sendo cada vez mais clara. E sempre que eu sentia vontade de dizer "Obrigada" o que eu sentia era realmente Gratidão! Uma enormeee gratidão.
Assim, fui experimentando verbalizar essa palavra "Grata" que era completamente fiel ao que sentia.

Uma visão repetida e agora partilhada

Às vezes, de olhos abertos e mente activa, imagino por segundos a minha rotina diária de trabalho.
Imagino-me a pousar a chávena (grande) de café ao lado do teclado. Vejo um monitor branco, grande, que já está ligado. Tiro a mala do ombro e pouso na cadeira ao lado da secretária. A secretária é branca e o espaço é luminoso [esta é a minha visão repetida desde há uns meses para cá].
 
Para além desta imagem visual e corporal, sinto também a presença do Gonçalo. Estará na sala do lado? Não sei. Mas sinto-o perto e sei que posso ouvi-lo.
 
O que irei fazer eu no computador? Desenhos? Textos? Responder a e-mails e tratar de encomendas do Vermelho Morango? Não faço ideia. Mas sinto-me tão feliz nesta visão que tenho.

Quem sabe o meu desejo de trabalhar 5h30 horas por dia (e não 5 dias semanais) - 2 horas a costurar de manhã, 2 horas a acompanhar grávidas e recém nascidos à tarde e 1h30 hora a dar aula de yoga no final do dia esteja mais perto do que alguma vez imaginei :) (O resto do tempo será a ser mãe de corpo, alma e mente!)

Gráfico da Mulher: temperatura corporal e muco cervical = ovulação

Bom dia!!

Finalmente comecei hoje a medir e registar a minha temperatura corporal basal! Em breve vou conhecer ainda mais e melhor de mim, dos meus ciclos menstruais, da minha sexualidade e da minha feminilidade! 

Hoje partilho convosco toda esta descoberta que tenho feito e partilho também o início deste processo de observação e registo.
Quando conheci a Júlia (a primeira mulher grávida que me contactou como doula!! Memorável!) tive pela primeira vez contacto com toda esta informação em relação ao ciclo menstrual. A verdade é que tomava a pílula anticoncepcional desde os meus 16 anos e nunca me preocupei com os meus ciclos. Nem fazia contas, nem registava os dias, nem nada! Absolutamente nada. No dia em que sentia que estava na altura de aparecer a menstruação, ela aparecia e pronto. 5/6/7 dias menstruada, o restante ciclo sem estar menstruada, fazia as pausas da pílula quando terminava a embalagem e ok. Este foi o meu cuidado para comigo mesma, neste âmbito, durante 7 anos.

O que eu aprendi ontem


Ontem passei o dia na Quinta da Enxara a fazer o Workshop de Iniciação à massagem biodinâmica e psicoterapia corporal. Descobri a biodinâmica durante o curso de Doulas através dos terapeutas Xuxuta e Jason e lembro-me que de cada vez que estava com eles sentia um borbulhar interior, uma curiosidade gigante em saber mais sobre esta abordagem holística e um encantamento com o trabalho emocional que isto permitia em mim e nos outros. 
Depois disso, procurei formação nesta área, esperei e há umas semanas surgiu o convite para fazer este workshop. Senti imediatamente que tinha de ir. E fui!

Hoje partilho convosco algumas das coisas que aprendi ontem e que para mim são sempre fascinantes. Cada peça que junto a meu puzzle, cada vez que olho para dentro e me permito sentir.

Ontem aprendi que o nosso corpo vai assumindo a postura corporal de acordo com as emoções experienciadas por ele. Um corpo que tenha sido sujeito a susto (ou a vários sustos) tende a assumir a postura de ombros encolhidos e para a frente, olhos abertos (atento ao perigo), respiração mais superficial, mais subida, peito subido. E aprendi que em pessoas assustadas e tensas, o toque deve ser suave e de apoio e não imposição. Aprendi que ter mãos debaixo das nossas zonas do corpo que não contactam com o chão quando nos deitamos de barriga para cima - tornozelos, joelhos, zona lombar, pulsos, ombros e pescoço - é MARAVILHOSO. (Tão simples assim não é? :))

Aprendi que o nosso corpo é tão sábio que vai encontrando soluções para lidar com os "bloqueios". Se uma mulher quer expressar-se, quer cantar, quer gritar e vai constantemente ao longo da sua vida, engolindo essa vontade, calando, silenciando, o corpo vai "deitando isso para trás das costas" e desenvolve um aumento de tecidos no pescoço, na cervical (sabem aquela pequena corcunda?).
Aprendi que problemas na coluna - que é algo que herdei da minha família (e descobri hoje que a minha mãe os herdou também dos avós maternos e paternos - imaginem só a carga que não tem!) - tem a ver com falta de apoio, de estrutura, falta de pai, de energia masculina, estabilizadora. De onde isto virá? Onde teve início nos meus antepassados? Fica a pergunta desperta em mim :)

Aprendi que a raiva, que é energia muito primária, relacionada com a sobrevivência e energia sexual, energia criadora, se não é expressa, pode ir subindo pelo nosso corpo até à cabeça e causar dores de cabeça. (Não sei se fará isto sentido para vocês, mas para mim faz todo o sentido! Tenho um exemplo muito claro disto perto de mim :))

Aprendi que o meu corpo ainda tem memórias profundas da cesariana que vivi e das minhas primeiras horas de vida, afastada da minha mãe e da mama. Aprendi que há técnicas que ajudam a conter o corpo, a sentir limites, que é o que os bebés que nascem de cesariana não têm. Não passam pelo canal vaginal, não são espremidos, não conhecem na totalidade os limites do seu corpo.

Aprendi a fazer massagem na cabeça para facilitar a saída de energia, para permitir o fluxo. E relembrei-me do quanto preciso de massagens, de sentir o meu corpo e os meus limites. 
Aprendi também que uma forma de nos curarmos, é curando os outros e por isso há tantos cuidadores - profissionais de saúde, terapêutas - que "usam" os cuidados prestados como forma de se cuidarem também. E que é bom termos consciência se damos por excesso, por dádiva, por expansão, ou se damos por carência. Eu cuido do outro para me sentir bem? Pelo meu ego? Para me sentir especial? 

E relembrei a minha idade em vida - 25 - e todo o percurso que já fiz até aqui. Que bom não perder tempo. Que bom abrir a consciência! 


Porque é que eu sou doula?

 
Porquê? Para quê? O que me leva a ser Doula? Doula? Mas quase ninguém sabe o que isso é. Porque é que queres ser isso que quase ninguém sabe o que é? E tem aceitação? Ou és doula para ti própria? E há quem esteja disposto a pagar? Mas precisas de ter tanto tempo livre. Tens? Consegues ter? O que sentes quando dizes "Eu sou Doula."?
 
O que eu sinto quando digo "Eu sou Doula" é um contentamento tão grande, uma plenitude imensa que só me apetece sorrir e sorrir e depois chorar de tamanha emoção.
Ser doula para mim é ouvir, é partilhar a sabedoria que trago em mim e que mentalmente não sei de onde vem. É ser um espelho de quem me procura, mostrando a realidade e levantando questões.
É devolver ao casal o poder que eles têm. É dar atenção, mostrar cuidado e mimar. É ser a voz do bebé que está no útero ou que esteve e que saiu cedo demais.
É chamar a consciência, é alertar para as escolhas feitas e mostrar alternativas.
É falar de aborto e ser o ombro de apoio, é falar de aborto e ser os braços que se abrem.
É ouvir as perguntas que me fazem e devolver as mesmas perguntas lembrando que cada um de nós tem a resposta a todas as questões.
É ser o silêncio. É ser o olhar. É respeitar o silêncio e respeitar as palavras.
É sentir o coração transbordar de alegria e sentir que não há outra forma de viver para mim. É sentir que ser doula faz parte de quem eu sou e ser muito muito grata por ter o privilégio de acompanhar estas famílias.
 
E sentir que há mulheres que realmente valorizam esta missão que tenho e que sentem a mais valia de ter o meu acompanhamento é qualquer coisa de estrondoso!
E de repente descubro, concretizando, o trabalho da minha vida.

Como nasci eu?


Olá queridos leitores e leitoras.
Tenho andado desaparecida deste cantinho...por vezes é preciso investir energia noutros projectos e há também que saber preservar o equilíbrio e não querer abraçar tudo ao mesmo tempo sob pena de não abraçar efectivamente nada :)

Assim, escrevo-vos hoje em jeito de partilha (como já vem sido hábito aliás :p)
Este fim de semana irei fazer um workshop de Psicoterapia corporal em que o que vamos trabalhar é a Mãe, a relação com a Mãe e como curar as feridas da Mãe. Este é um tema muito sensível para mim pelo que 4 ou 5 dias antes do workshop já estou atenta às sensações que tenho, às dúvidas que surgem e aos medos que reaparecem.

Lamechas? Naaaa :)


Folheio o livro, procuro artigos e pergunto-me  "o que posso partilhar convosco hoje?"
Fecho o livro, fecho os artigos e não me apetece nada. Não me apetece ler por "obrigação" nem partilhar algo que não está sedimentado em mim. Hoje não.

E porque não partilhar um bocadinho de quem sou? Ontem foi dia de comemorações! Todos os dias 12 o são. Estamos juntos há quase 4 anos, há precisamente 1430 dias. Comemoramos o dia do nosso reencontro porque sabemos que as nossas vidas juntos já são longas. Alma gémea, mesmo :)
O nosso reencontro acabou por ser também um reencontro de mim, comigo. Antes de ti, G., não me conhecia, não me identificava, não me valorizava, não me assumia. Trouxeste um espelho contigo e através dos teus olhos pude ver-me. Através de ti vejo-me todos os dias mais bonita, mais grata, mais alegre, mais divertida, mais conectada, mais fragilizada, mais zangada. 
Através de ti, eu vejo-me tal como eu sou. É na nossa relação, no nosso ninho, que me encontro com tudo o que sou e reflicto tudo o que és. "Todos somos espelhos uns dos outros" e é nas relações mais próximas e amorosas que alcançamos esta verdade. 

Nem sempre é fácil (ou não parece fácil) quando assumimos total responsabilidade da nossa vida. O outro deixa de ser "quem faz isto e aquilo, quem não faz isto e aquilo, quem me deixa isto e aquilo, quem é isto e aquilo" para passarmos a ser nós quem "não sabe lidar com isto ou aquilo, quem precisa disto e daquilo". É muito muito interessante e fascinante quando mudamos a perspectiva! Experimentem mudar o discurso de "ele irrita-me quando fala com a amiga X" para "eu irrito-me quando ele fala com a amiga X" ou "ele nunca ajuda nas tarefas domésticas" para "eu preciso de ajuda nas tarefas domésticas". Deixa o outro de ser o responsável para ser eu. Eu é que me sinto de determinada forma. E porque será? O outro espelha apenas aquilo que eu sou e é através das emoções que eu entro em contacto com a minha essência. É uma oportunidade maravilhosa para nos conhecermos e desenvolvermos!

Por isso querido querido G, hoje, aqui, agradeço-te tudo o que és e agradeço-te por me permitires ser.
Tem sido uma viagem maravilhosa esta que decidimos todos os dias fazer juntos. Muito obrigada pelo carinho, pelo cuidado, pelo respeito e pelo amor que nutres por mim. E muito obrigada pela oportunidade que me dás todos os dias de sentir este amor. 






"2015 Eu te recebo. Eu agradeço e aceito!"

BOM DIA e BEM VINDO NOVO ANO!!

Como foi vivida a vossa passagem do ano de 2014 para 2015? Qual é o significado que tem para vocês esta passagem? Que simbolismo lhe dão? Que tradições criaram e criam? Podemos partilhar e aprender todos uns com os outros! Que bom que é este processo! :)

Grata, grata, grata!


Neste dia, que é o último do ano, gosto muito de olhar para trás e observar tudo o que vivi. O meu crescimento, a estrutura que construí, as mudanças e os desafios que surgiram e a serenidade que senti.
Lembro-me de, momentos antes de 2014 começar, sentar-me numa mesa com um papel e uma caneta e escrever os meus 12 desejos para o novo ano. O único que me lembro foi o desejo de me desenvolver espiritualmente. Propus-me a crescer muito e a auto-desenvolver-me. E assim foi! Estes foram sem dúvida os 365 dias mais espirituais que já vivi. Estive geralmente muito centrada em mim e motivada para me descobrir, para me aceitar, para me valorizar. Foi um ano de grande valorização e amor próprio!! Que viagem MARAVILHOSA começou este ano! :)

Em 2014:
- Fiz um o curso de Doulas!! :D
- Iniciei trabalho emocional e aprendi que as emoções são ferramentas poderosíssimas! (Não são para calar nem abafar! Estás triste? Que bom!! Sente, sente, sente! :))
- Conheci pessoas que levo para toda a vida, irmãs do coração!
- Dei as boas vindas a mais um sobrinho, querido Bernardo!
- Tive a minha primeira casa e aprendi a partilhar o meu dia a dia debaixo do mesmo tecto com o amor da minha vida! (Que desafio bonito e que unidos somos! Obrigada!)
- Fiz uma viagem maravilhosa pela Europa, experimentei sensações e vi paisagens que nunca pensei  ser possível! Acredito agora que tudo é possível! Basta pormos lá a intenção. Se eu quero, eu consigo :)

E foi em 2014 que nasceu o UAU MAMÃ! Este projecto tão bebé quanto eu! E tão apaixonante (quanto eu também :p) Este projecto faz mesmo parte de tudo o que sou. E quero agradecer-vos muito por fazerem parte dele também :D

OBRIGADA 2014! 
HELLO 2015!!! 

STOP *


A responsabilidade de escrever assuntos sérios é muita. Não escrevo aqui de ânimo leve nem sem pensar umas cinco vezes sobre o que estou a escrever e que informação quero realmente passar. Neste blog fala-se de parto humanizado, de cuidados à mãe, ao recém-nascido. É por isso fundamental que o que escrevo seja ponderado e amadurecido. Isto para justificar a ausência de posts nestes dias.

Felicidade - estou a reflectir sobre ti.


Uma vez mais o dia começou com uma "provocação": "O que é a felicidade?"
Uma nova perspectiva chegou até mim - felicidade é um momento que tu não queres que acabe. Parece simples mas acho que nunca tinha tido esta consciência, ainda não tinha pensado de forma plena sobre isto. 
Lembrei-me de momentos em que me achei feliz mas em que não me importei se acabassem. Hm?

Quais são os momentos que vivo e que tenho "pena" quando acabam? 

Um cantinho cheio de amor


Bom dia!

Não quero deixar de partilhar convosco o blog repleto de amor da querida Doula Sofia Ruivo (Estela, luminosa Estela!)
Conheci esta mulher maravilhosa no primeiro dia do Curso de Doulas, em Évora. Cresci com ela, assisti maravilhada ao seu crescimento, ao seu florescimento, à expansão da sua luz. Mesmo!

A Estela é enfermeira de profissão, Doula de coração, sempre se interessou pela Maternidade e está actualmente e felizmente e finalmente a iniciar Especialização em Saúde Materna e Obstétrica. Aliás, a Estela vai ser a minha parteira. Já está "contratada" :) É mesmo importante para todos nós que cada vez mais haja profissionais de saúde abertos para a humanização. São estes os primeiros passos para a mudança!

Não deixem de ver este blog tão querido, onde a Estela partilha informações muito importantes sobre a maternidade, parto humanizado, cuidados ao recém-nascido e mais, alimentação saudável, Reiki, Tricot...enfim. Este blog é um espelho fiel da pessoa maravilhosa que é a Estela e é sempre um prazer conhecer alguém assim.

Obrigada querida! E parabéns!!

Um compromisso comigo mesma


Hoje, ao ler este blog tão inspirador e natural - Miss Kale, senti-me mesmo mesmo inspirada a fazer escolhas alimentares mais saudáveis, mais consistentes, praticar exercício físico diário (ainda que não goste nem um bocadinho de correr) e viver ao máximo esta filosofia de vida em que acredito (e que já pratico).
Pequenas escolhas como optar por cereais integrais em vez de refinados - farinha, arroz, massas; escolher mais frutas e legumes crus; desistir dos doces, a sério. Abuso e abuso. Beber mais água e reservar 20 minutos diários para exercitar o meu corpo de forma regular. É hoje o dia da mudança. É mesmo! :)

Tia Canguru


Como defensora do colo que sou só podia A-D-O-R-A-R o método canguru!
Quando o Salvador (o meu sobrinho mais velho) era bebé, sempre incentivei o colo. O nascimento dele coincidiu com as minhas férias da Faculdade e sempre apoiei muito a minha irmã no período pós-parto. Enquanto ela aproveitava para dormir uma sesta mais tranquila, eu ajudava o Salvador a adormecer e deixava-o dormir no meu colo pelo tempo que quisesse. 
Agora, com a gravidez do Bernardo (o meu sobrinho mais novo, ahah) decidi oferecer o pano para a minha irmã poder andar com ele ao colo mais tempo e com mais conforto. Sempre que posso, e como tia babadíssima que sou, peço-lhe para usar o pano e sentir o Bernardo juntinho a mim neste colo tão nosso é das melhores coisas que há. É uma sensação indescritível!! Sou banhada em amor e assim fico :))

Uiiiii, que isto de escrever um blog não é pêra doce


Não estava preparada para a dificuldade de escrever um blog. É muito mais fácil fazerem-me perguntas e eu responder, do que partir para a explicação de forma autónoma.
Os assuntos são tantos, as abordagens imensas! Se escolho ir pela ordem cronológica das coisas, tenho obviamente que começar pelo "antes da concepção". E depois tudo o que há para dizer sobre a concepção, e a gravidez, uiii. Nunca mais chegamos ao parto. Talvez daqui a 9 meses se escrever todos os dias, mais do que uma vez por dia :p.

Vamos lá organizar-nos e tentar ser objectivos e claros :)